Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de Março, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS 1), do bairro Augusto Braga (Mutirão), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e Estratégia Saúde da Família (ESF) Mutirão, realizaram diversas atividades destinadas às mulheres da comunidade.
Dentro de diversas ações, aconteceu uma palestra proferida pela Delegada da Mulher, Patrícia Fernandes Forny, onde abordou a prevenção e a violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.

Ainda dentro das atividades, foi oferecido um belo café da manhã, entrega de lembrancinhas e sorteio de brindes. Conforme a coordenadora do NASF, Alessandra Braga, o trabalho em rede é de fundamental importância para o fortalecimento das ações para a comunidade. "Foi maravilhoso ver a presença e participação todos, com a colaboração da equipe do CRAS, em nome da coordenadora Elaine Cristina, como também a parceria fortalecida da equipe da ESF Mutirão, da responsabilidade da enfermeira, Laura”, disse.
Para a coordenadora do CRAS 1, Elaine Cristina, além de divulgar os serviços oferecidos, o objetivo sempre oferecer um suporte a quem precisa das ações. O CRAS é um espaço aberto para momentos de felicidade, nesse mês da mulher queremos refletir sobre importante dela na sociedade. O nosso objetivo é fortalecer os vínculos comunitários e familiares”, disse a coordenadora.

Para Amanda Silveira, o Dia Internacional da Mulher deve ser visto como um momento de celebrar as conquistas, porém se faz necessário ainda uma discussão bem mais ampla para debater as discriminações e todos os tipos de violência que, lamentavelmente, ainda sofre uma parcela significativa de mulheres. "Quero parabenizar as equipes do NASF, CRAS 1, ESF Mutirão e a delegada Patrícia Forny. Foi um evento importante para as mulheres da comunidade", destacou.
A delegada responsável pela Delegacia da Mulher, Patrícia Forny, disse que foi um momento relevante ao repassar informações às mulheres que participaram do evento. “É ininterrupta a violência doméstica, e é infelizmente constante. Com repreensão de crime contra mulheres, a denúncia nos primeiros sinais de violência é o principal caminho para diminuir o número de vítimas. O agressor sabe das consequências do ato dele. Uma ameaça, agressão, violência sexual denunciada desde a primeira vez reprime um segundo crime", explicou.

